95% das empresas familiares brasileiras criadas pelos avós morrem nas mãos dos netos.

As empresas familiares têm um papel relevante na economia e no desenvolvimento da sociedade brasileira. Estudos do IBGE revelam que mais de 80% das empresas nacionais são familiares ou, ao menos, iniciaram as suas atividades nessa modalidade. Contudo, apenas 5% sobrevivem à terceira geração de sucessão de diretores, fator que acarretou a criação do jargão popular “pai rico, filho nobre, neto pobre”.

Por isso, é muito importante que os fundadores quebrem esse tabu e conversem com os sucessores sobre o assunto, sobreo real interesse em fazer parte da empresa.

Ainda, a criação e documentação de um projeto de sucessão claro, objetivo e que integrem os sucessores interessados é muito importante.

Ou seja, a formalização do processo através de documentos, como acordos de sócios e protocolos familiares, bem como a gestão empresarial são essenciais para que esse caminho seja lógico e harmônico, permitindo que o lado afetivo não seja o único viés decisório.

Por fim, é imprescindível compreender que cada processo é único, visto que os sentimentos e a forma de lidar de cada empreendedor com a história da empresa é muito pessoal e singular, não sendo adequado apenas incorporar um processo/documentos de outras empresas/famílias.

 

 

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