O que o caso da WeWork ensina sobre a proteção dos investidores das Startups

O que o caso da WeWork ensina sobre a proteção dos investidores das Startups

O que o caso da WeWork ensina sobre a proteção dos investidores das Startups

 

Foi muito noticiado o insucesso do IPO da WeWork, uma das principais empresas de coworking e que tem em seus espaços inúmeras startups relevantes no mercado.

Logo após o pedido de IPO, se começou a analisar detalhadamente todos os processos da WeWork e não demorou para o mercado perceber que, primeiro, a companhia gasta demais — só em 2018, o prejuízo foi de US$ 1,9 bilhão contra o US$ 1,8 bilhão de receita. Segundo, o negócio foi avaliado em US$ 47 bilhões pela SoftBank (que desde 2016 é praticamente o único investidor da We Company), mas esse valor foi considerado superestimado.

Mas essa história acendeu no mercado um alerta importante: a necessidade de proteção dos investidores de fases intermediárias e finais de grandes startups, como divulgado pelo Startupi (https://startupi.com.br/2020/01/investidores-de-startups-buscam-mais-protecoes-apos-desastre-da-wework/).

E como fazer isso?

Existem mecanismos contratuais que podem ser previstos sobretudo em acordos de acionistas, que garantem o ressarcimento dos sócios/acionistas em caso de imprevistos que desvalorizem a empresa ou com cláusulas anti-diluição, que impedem que a participação de determinado acionista seja diluída em caso de novas rodadas de investimento. Um exemplo é a cláusula de Full Ratche, que garante ao investidor inicial a manutenção da sua porcentagem na empresa caso as ações tenham um valor menor nas próximas rodadas de investimentos.

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