Com mercado seletivo para IPOs, empresas buscam alternativa de crédito e miram fusões

Com mercado seletivo para IPOs, empresas buscam alternativa de crédito e miram fusões

A janela mais apertada para as ofertas de ações está empurrando empresas para a mesa de negociações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) e para soluções de financiamento alternativas. Uma parte das empresas que desistiu de levar adiante suas ofertas de ações (IPO, na sigla em inglês) nesta segunda janela de ofertas do ano já mantém conversas em busca de outras saídas.

A Rio Alto, de energia renovável, tem um empréstimo de R$ 600 milhões em andamento, organizado pelo Credit Suisse junto a investidores que seriam âncoras da oferta de praticamente o mesmo valor e que foi suspensa. Por conta de um aporte do Canada Pension Plan Investment Board (CPP Investments), a Iguá deixou de lado sua intenção de levar seu IPO para a bolsa este ano.

Três ofertas em bolsa do setor de saúde, um dos mais movimentados em fusões e aquisições, ficaram pelo caminho em abril: Hospital Care, Kora e Athena Saúde, todas com metas de utilização dos recursos para consolidação. As apostas são de que busquem alternativas financeiras para manterem pelo menos parte de seus planos.

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